segunda-feira, 18 de abril de 2011

MONSTRUOSAMENTE HUMANO



MONSTRUOSAMENTE HUMANO


Da escuridão das sombras
arranquei o monstro que havia em mim
Instiguei-o fi-lo rugir como um leão na cova.
Encurralei-o, domei-o.
Fi-lo ser mais humano
que o de mais humano havia em mim.
Sou manso.
Sou lógica, sou razão.
Sou gente, muito gente.
Generosamente humano
Até que em fim.

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