sexta-feira, 29 de abril de 2011

ESPECTROS



ESPECTROS


Frio absurdo decapitado pela sorte

este medo mais agudo, a dor da morte,

espécies em extinção,

sentimentos vorazes,

a fome de você é maior que a razão.

Tênue vela da liberdade que brilha à sombra inebriante da humanidade.

Esta velha anciã, moribunda, é a  

mordomia sendo atacada pela necessidade.

Psicanalista sem divã,

nós somos verdadeiros ídolos sem fãs.

Pobres de nós

espectros do amanhã

AUTOR:EDSON SOBRINHO.




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