Cibernéticos seres povoam meu mundo,
imundos pensamentos plantados em suas sintéticas cabeças.
Milhões de metros de fios e chips mergulhados em fantasias que a própria tecnologia desconhece. Cyborgs apaixonados por corpos vazios de sentimentos.
Maculados pelos pecados dos péssimos implantes que ferem o símbolo da vida. Zumbis automáticos. Programas estáticos que não tem nas veias sangue quente.
Múmias ambulantes, um espetáculo degradante.
Autômatos com sintomas de gente.
Máquinas seguindo suas diretrizes ,
evolução , erro no sistema , delete , destruição.
Perda calculada .
Regra da automação.

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