Quantas vezes para não pisar nas flores, pisei em espinhos.
Quantas vezes para não pisar em você, desviei meu caminho.
De que adiantou? Estou sozinho,
Nunca desviastes sua atenção.
Pisou em meus sentimentos,não teve compaixão,
arrebentou.
Não melhor do que eu ,
seu prêmio também foi a solidão,
sozinha também ficou.
O excesso de humildade foi meu erro,
beirei as portas da escravidão.
O excesso de orgulho foi o seu mal.
Por causa dele perdestes a razão.
Loucos, proibidos de se ter,
de possuir O amor,
deixamos para a história o nosso grande legado,
além do desagravo uma infinita dor foi o que ficou,
uma infinita dor o que restou.
A ausência de amor,
como dói.
Reconhecer nossos próprios erros, conviver com os nossos pecados e pior que isso a certeza de que estes são os nossos únicos legados.
AUTOR: EDSON SOBRINHO
AUTOR: EDSON SOBRINHO

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