Num mundo de partículas invisíveis o cosmos se expande,
Ampliando as possibilidades da própria existência
criando um elo entre a matéria e a alma nos dando
consistência e consciência absoluta desta
imensidão a que chamamos universo,
um ente sem inicio, sem meio
e sem fim,
à medida
que se amplia
é contaminado com
a síndrome de infinito.
Que pode muito bem não ser verdade,
Pois este crescimento pode estar configurado de
forma contrária e ele estar indo para dentro de si,
tornando-se um universo inverso,
anômalo, canibal de si próprio,
se comendo, se fartando
até sumir .
AUTOR Edson Sobrinho
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