Nas palavras escritas,
o deboche refletido no papel.
Somos andarilho vindo ao mundo.
De vida singular, transparente como véu.
Poeta das estrelas, maestro da imensidão,
Nuvem levada a esmo, Sem rumo ou direção.
Tantos momentos de brisas,
Muitas cicatrizes de furacão.
Poeta mudo, símbolo de inocência,
Se te julgam não vêem na tua humildade um manancial de sapiência. Vitima de maldades,
de tantas falcatruas e manobras.
Se houve momentos de alegrias,
Mais foram as dores que deixaram apenas
as lágrimas como sobras.
São os restos de uma vida de carência,
Mantida pelas migalhas divididas,
garantindo a esperança e a nossa própria sobrevida.
AUTOR: EDSON SOBRINHO

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